DILMA ELEITA PELA REVISTA FORBES A 16ª PERSONALIDADE MAIS PODEROSA DO MUNDO

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INTERNAUTAS
Deu na Folha de São Paulo e na UOL, ambas do Grupo Folhas que participou ativamente da campanha do candidato demotucano.Leia a matéria abaixo e clique nos links para se certificar. Daqui a pouco o PIG vai dizer que é mentira. Pesquise também na revista FORBES.

04/11/2010 - 11h00

Dilma está à frente de Sarkozy e Hillary Clinton em ranking de poderosos da 'Forbes'

04/11/2010 - 08h56

"Forbes" coloca Dilma entre os mais poderosos do mundo

Do UOL Notícias
Em São Paulo

A revista norte-americana "Forbes" incluiu a presidente eleita do Brasil, a petista Dilma Rousseff, na lista das pessoas mais poderosas do mundo. Ela aparece na 16ª posição. No topo da lista, divulgada ontem (3), está o presidente da China, Hu Jintao.

A revista traz um pequeno perfil de Dilma, informações sobre sua carreira na política e cita números da eleição de 31 de outubro, quando ela foi escolhida pelos brasileiros como a primeira mulher a ocupar a presidência do país.

Na lista da Forbes, Dilma aparece na frente de nomes como Steve Jobs (17º), da Apple, Nicolas Sarkozy (19º), presidente da França, e Hillary Clinton (20º), secretária de Estado norte-americana.

No mês passado, Dilma Rousseff integrou também a lista das mulheres mais poderosas do mundo da mesma revista. Nessa lista, ela apareceu na 95ª posição. Na época, a revista descreveu Dilma como a favorita para vencer o segundo turno das eleições presidenciais.

O empresário brasileiro Eike Batista também é citado pela revista, na posição de número 58, logo abaixo do terrorista saudita Osama bin Laden.

Veja abaixo os primeiros 20 nomes da lista:


Pessoas poderosas

ClassificarNomeOrganizaçãoIdade
1Hu Jintao

Hu Jintao

Presidente

República Popular da China67
2Barack Obama

Barack Obama

Presidente

Estados Unidos da América49
3Abdullah bin Abdul Aziz al Saud

Abdullah bin Abdul Aziz al Saud

Rei

Arábia Saudita86
4Vladimir Putin

Vladimir Putin

O primeiro-ministro

Rússia58
5Pope Benedict XVI

Papa Bento XVI

Papa

Igreja Católica Romana83
6Angela Merkel

Angela Merkel

Chanceler

Alemanha56
7David Cameron

David Cameron

O primeiro-ministro

Reino Unido44
8Ben Bernanke

Ben Bernanke

Presidente

Federal Reserve56
9Sonia Gandhi

Sonia Gandhi

Presidente

Congresso Nacional do Índio63
10Bill Gates

Bill Gates

Co-Presidente

Fundação Bill & Melinda Gates55
11Zhou Xiaochuan

Zhou Xiaochuan

Governador

Banco Popular da China62
12Dmitry Medvedev

Dmitry Medvedev

Presidente

Rússia45
13Rupert Murdoch

Rupert Murdoch

CEO

News Corp79
14Silvio Berlusconi

Silvio Berlusconi

O primeiro-ministro

Itália74
15Jean-Claude Trichet

Jean-Claude Trichet

Presidente

Banco Central Europeu67
16Dilma Rousseff

Dilma Rousseff

Presidente

Brasil62
17Steve Jobs

Steve Jobs

CEO

Apple55
18Manmohan Singh

Manmohan Singh

O primeiro-ministro

Índia78
19Nicolas Sarkozy

Nicolas Sarkozy

Presidente

França55
20Hillary Clinton

Hillary Clinton

Secretário de Estado



Não acredita? Clique em FORBES (aqui). Esta listagem é autêntica. Vai lá conferir.

E agora, PIG?

Nota do blog: viúvas do Serrojas e órfãos da ditadura estão usando o espaço da revista FORBES para agredir a presidente Dilma, imputando-lhe ações armadas das quais ela nunca perticipou. Nem no exterior esses desesperados dão trégua. Querem terceiro turno. Tem não, súcia de desesperados.Confira, linkando na palavra FORBES e pesquisando em Dilma Roussef.


IMPRENSA INTERNACIONAL NOTICIA E COMENTA A ELEIÇÃO DE DILMA ROUSSEF

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INTERNAUTAS

Leiam as notícias sobre a eleição da presidente Dilma nos mais importantes órgão da imprensa internacional.

NEW YORK TIMES (Usa)

Pela primeira vez, o Brasil elege uma mulher como presidente

SÃO PAULO, Brasil - Dilma Rousseff foi eleita a primeira mulher presidente do país, no domingo, quando os brasileiros votaram fortemente em favor da continuidade da política econômica e social do popular presidente, Luiz Inácio Lula da Silva.

Rousseff, que serviu como chefe da Silva Sr. de pessoal e ministro da Energia, junta-se uma crescente onda de líderes democraticamente eleitos do sexo feminino na região e no mundo nos últimos cinco anos, incluindo Michelle Bachelet no Chile, Cristina Fernández de Kirchner no Argentina e Angela Merkel na Alemanha.

Na escolha de Dilma, que não tem experiência política, eleitos, os eleitores enviou uma mensagem que eles preferiram dar o governante Partido dos Trabalhadores de mais tempo para ampliar o sucesso das políticas econômicas de Lula, cujo governo aprofundou a estabilidade econômica e levantou milhões de brasileiros sair da pobreza e nas classes média baixa.

EL PAÍS (Espanha)

Dilma Rousseff promete continuar el trabajo de Lula

La candidata oficialista saca 11 puntos a José Serra y obtiene la victoria aritmética en la segunda vuelta de las elecciones presidenciales - En su discurso se compromete con las libertades de prensa y religiosa y la igualdad entre hombres y mujeres

S. GALLEGO-DÍAZ / J. ARIAS | Brasilia 31/10/2010

Dilma Rousseff, de 62 años, la persona elegida por Lula da Silva para sucederle, se ha proclamado hoy presidenta de Brasil, la primera en la historia del país. La candidata del Partido de los Trabajadores ha logrado el 56% de los votos en la segunda vuelta de las presidenciales, muy por delante de José Serra, del Partido de la Social Democracia (PSDB), que se ha quedado con el 44%: una diferencia de 11 millones de votos, según los datos oficiales difundidos por el Tribunal Electoral de Brasil con el 99,9% del escrutinio.Rousseff, del Partido de los Trabajadores (PT) ha prometido "honrar" el trabajo de Lula, su mentor y su predecesor en el cargo, el presidente más popular de la historia de Brasil, el que ha conseguido colocarlo como octava potencia del mundo y sacar de la pobreza a millones de brasileños. Dilma, como la conocen los brasileños, mantiene la lucha contra la pobreza y la estabilidad económica como sus prioridades, además de un compromiso con los derechos fundamentales y la igualdad entre hombres y mujeres.

LE MONDE (França)

Brasil: desafios que Dilma Rousseff enfrentará

para o Monde.fr | 01.11.10 | • p.m. 04:11 Atualizado 01.11.10 | p.m. 05:34

Eleita domingo, 31 de outubro, primeira presidente da história do Brasil, Dilma Rousseff toma posse em 1º janeiro de 2011 para governar o Brasil durante quatro anos

Escolhida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para sua sucessora, "Dilma", como chamam os brasileiros, prometeu garantir "continuidade" política, diplomática, económica e social do atual governo. Essa mesma promessa que foi a chave para sua vitória.

Lula deixou, ela admite, uma "herança bendita". O crescimento econômico de mais de 7% este ano. A pobreza eo desemprego caindo.Das receitas de exportação, mineração e expansão, agrícolas, graças aos preços flutuantes. Uma almofada grossa de divisas de US $ 250 bilhões. As promessas de riqueza em petróleo e gás descobertas em águas profundas do Atlântico muito. Uma sensação de bem-estar de grande parte da população que pode gastar e consumir mais. E politicamente, a maioria pró-governo forte no Parlamento, que lhe permitirá, se ela quer reformar a Constituição.

Dos países emergentes com o oitavo do mundo da economia, o Brasil também é, em muitos aspectos, uma nação de terceiro mundo. Em seu primeiro discurso como presidente eleito na noite de domingo em Brasília, Dilma Rousseff, reafirmou o seu compromisso fundamental:"erradicar a pobreza", "acabar com a fome".

MINO CARTA ANALISA A ELEIÇÃO

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Até o papa apoiou Serra

Mino Carta31 de outubro de 2010 às 19:28h

Dilma Rousseff, a eleita, teve de enfrentar a campanha mais feroz contra um candidato à Presidência na história do Brasil

Temos uma mulher na Presidência da República, primeira na história do Brasil. E que uma mulher chegue a tanto já é notícia extraordinária.
Levo em conta a preocupação do Datafolha a respeito da presença feminina no tablado eleitoral: refiro-me à pergunta específica contida na sua pesquisa, sempre aguardada com ansiedade pelo Jornal Nacional e até pelo Estadão. A julgar pelo resultado do pleito, Dilma Rousseff representa entre nós a vitória contra o velho preconceito pelo qual mulher só tem serventia por certos dotes que a natureza generosamente lhe conferiu.

Para CartaCapital a eleição de Dilma Rousseff representa coisas mais.

A maioria dos eleitores moveu-se pelas razões que nos levaram a apoiar a candidata de Lula desde o começo oficial da campanha. Em primeiro lugar, a continuidade venceu porque a nação consagra os oito anos de bom governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Inevitável foi o confronto com o governo anterior de Fernando Henrique Cardoso, cujo trunfo inicial, a estabilidade, ele próprio, príncipe dos sociólogos, conseguiu pôr em risco.

Depois de Getúlio Vargas, embora manchada a memória pelo seu tempo de ditador, Lula foi o único presidente que agiu guiado por um projeto de país.

Na opinião de CartaCapital, ele poderia ter sido às vezes mais ousado em política social, mesmo assim mereceu índices de popularidade nunca dantes navegados e seu governo passou a ser fator determinante do êxito da candidata.

A comparação com FHC envolve também a personalidade de cada qual. Por exemplo: o professor de sociologia é muito menos comunicativo do que o ex-metalúrgico, sem falar em carisma. Não se trata apenas de um dom natural, e sim da postura física e da qualidade da fala, capaz de transmitir eficazmente ideias e emoções. Lembraremos inúmeros discursos de Lula, de FHC nenhum.

Outra diversidade chama em causa a mídia nativa. Fascinada, sempre esteve ao lado de FHC, inclusive para lhe esconder as mazelas.

Vigorosa intérprete do ódio de classe em exclusivo proveito do privilégio, atravessou oito anos a alvejar o presidente mais amado da história pátria. Quando, ao dar as boas-vindas aos 900 convidados da festa da premiação das empresas e dos empresários mais admirados no Brasil, ousei dizer que o mensalão, como pagamento mensal a parlamentares, não foi provado para desconforto da mídia, certo setor da plateia esboçou um começo de vaia. Calou-se quando o colega Paulo Henrique Amorim ergueu-se ao grito de “Viva Mino!” Os fiéis da tucanagem não primam pela bravura.

Pois Dilma Rousseff teve de enfrentar esta mídia atucanada, a reeditar o udenismo de antanho em sintonia fina com seus heróis. Deram até para evocar o passado da jovem Dilma, “guerrilheira” e “terrorista”. Como de hábito, apelaram para a má-fé para explorar a ignorância de um povo que, infelizmente, ainda não conhece a sua história, e que não a conhece por obra e graça sinistra de uma minoria a sonhar com um país de 20 milhões de habitantes e uma democracia sem demos.

Nos porões do regime dos gendarmes da chamada elite, Dilma Rousseff foi encarcerada e brutalmente torturada. Poderia ter sofrido o mesmo fim de Vlado Herzog, que os jornalistas não se esquecem de recordar todo ano.

Mas a hipocrisia da mídia não tem limites, com a contribuição da ferocidade que imperou na internet ao sabor da campanha de ódio nunca tão capilar e agressiva. E na moldura cabe à perfeição a questão do aborto, praticado à vontade pelas privilegiadas e, ao que se diz, pela própria esposa de José Serra, e negado às desvalidas.

Até o papa alemão a presidente recém-eleita teve de enfrentar. Ao se encontrar já nos momentos finais da campanha com um grupo de bispos nordestinos, Ratzinger convidou-os a orientar os cidadãos contra quem não respeita a vida, clara referência à questão que, lamentavelmente, invadiu as primeiras páginas, as capas, os noticiários da tevê. Parece até que Bento XVI não sabe que o Vaticano fica na Itália, onde o aborto foi descriminalizado há 40 anos.

Mino Carta

Mino Carta é diretor de redação de CartaCapital. Fundou as revistas Quatro Rodas, Veja e CartaCapital. Foi diretor de Redação das revistas Senhor e IstoÉ. Criou a Edição de Esportes do jornal O Estado de S. Paulo, criou e dirigiu o Jornal da Tarde. redacao@cartacapital.com.br

NOTA DO BLOG: CARTA CAPITAL DESTA SEMANA ESTÁ IMPERDÍVEL. PARA ACESSÁ-LA CLIQUE NO LINK COM O NOME CARTA CAPITAL

CONTRA A FARSA, A MISTIFICAÇÃO E A SORDIDEZ, A RESPOSTA ENÉRGICA DO POVO BRASILEIRO

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DILMA PRESIDENTE

Álvaro disse:

31 de outubro de 2010 às 19:18


José

E agora, José?

A festa acabou,
a luz apagou,
o teu eleitor sumiu,
a campanha findou,
e agora, José?
E agora, você?
Você que mente e engana,
que zomba dos outros,
você que faz calúnias, manipula,
que odeia, detesta?
E agora, José?
Está sem mandato,
está sem discurso,
está sem caminho,
já não pode ofender,
já não pode degradar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
a campanha passou,
o dia da posse não vem,
o trem da alegria não vem,
o riso não vem,
não vem a utopia da faixa presidencial
e agora, José?
Sua falsa palavra,
seu instante de delírio,
sua sede de poder,
sua falta de escrúpulos,
sua imprensa marrom,
sua lavra de ouro (4 milhões),
seu terno de vidro, sua cara de pau,
sua incoerência,
seu ódio – e agora?
Com as calças na mão
queria ser presidente,
não existe presidência;
queria morrer na mar de Minas,
mas o mar de Minas nunca existiu;
queria ir para o Palácio da Alvorada,
palácio da Alvorada não há mais.
José, e agora?
Se você tocasse
a valsa do adeus,
se você sumisse,
se você evaporasse,
se você morresse…
Mas você não morre,
você é osso duro de roer, José!
Sozinho no escuro
qual bicho-papão,
sem teogonia,
sem cargo político
para se encostar,
sem Paulo Preto
que fuja a galope,
só com o apoio da oligarquia,
dos ecochatos, da Ku Klux Klan Verde-amarela,
da Mídia Golpista e do VatIcano,
você marcha, José!
José, para onde?
Prefeitura de Sampa em 2012?
Quem sabe?
(livre adaptação do poema José , de Carlos Drummond de Andrade)