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MENSAGEM

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Hora Vazia

Cuidado com a hora vazia, sem objetivo, sem atividade. Nesse espaço, a mente engendra mecanismos de evasão e delira. Cabeça ociosa é perigo à vista.

Mãos desocupadas facultam o desequilíbrio que se instala. Grandes males são maquinados quando se dispõe de espaço mental em aberto.

Se, por alguma circunstância, surge-te uma hora vazia, preenche-a com uma leitura salutar, ou uma conversação positiva, ou um trabalho que aguarda oportunidade para execução, ou uma ação que te proporcione prazer...

O homem, quanto mais preenche os espaços mentais com as ideias do bem, mediante o estudo, a ação ou a reflexão, mais aumenta a sua capacidade e conquista mais amplos recursos para o progresso.

Estabelece um programa de realizações e visitas para os teus intervalos mentais, as tuas horas vazias, e te enriquecerás de desconhecidos tesouros de alegria e paz.

Hora vazia, nunca!

Divaldo Pereira Franco - Episódios Diários - Pelo Espírito Joanna de Ângelis

DECISÃO QUE É UMA LIÇÃO DE VIDA

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Juiz nega Justiça Gratuita para garoto, mas desembargador reverte a decisão.

Este e-mail circula na net e é interessante pois, mostra que os Juízes não podem nem devem decidir sem fazer ums interpretação socialógica, extensiva ou como queiram determinar, da vida das pessoas que estão ali dispensadas nos autos processuais.

É emocionante a decisão de um desembargador do Tribunal de Justiça e São Paulo. Um garoto pobre, que perdeu o pai em um acidente de trânsito pediu os benefícios da Justiça Gratuita, mas um juiz negou. A negativa por si só já comove, principalmente pela falta de humanidade. Só que, a decisão de um desembargador é ainda muito mais emocionante

O menor ajuizou uma ação de indenização contra o causador do acidente pedindo pensão de um salário mínimo mais danos morais decorrentes do falecimento do pai.


Por não ter condições financeiras para pagar custas do processo o menor pediu a gratuidade prevista na Lei 1060/50. O Juiz, no entanto, negou-lhe o direito dizendo não ter apresentado prova de pobreza e, também, por estar representado no processo por "advogado particular.

Vaçe salientar que essa decisão monocrática é totalmente desprovida de fundamentação jurídica e fere a própria lei que trata de gratuidade da justiça.


A decisão proferida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo a partir do voto do desembargador Palma Bisson é daquelas que merecem ser comentadas, guardadas e relidas diariamente por todos os que militam no Judiciário.


Transcre-se a íntegra do voto:

“É o relatório. Que sorte a sua, menino, depois do azar de perder o pai e ter sido vitimado por um filho de coração duro - ou sem ele -, com o indeferimento da gratuidade que você perseguia. Um dedo de sorte apenas, é verdade, mas de sorte rara, que a loteria do distribuidor, perversa por natureza, não costuma proporcionar. Fez caber a mim, com efeito, filho de marceneiro como você, a missão de reavaliar a sua fortuna.

Aquela para mim maior, aliás, pelo meu pai - por Deus ainda vivente e trabalhador - legada, olha-me agora. É uma plaina manual feita por ele em paubrasil, e que, aparentemente enfeitando o meu gabinete de trabalho, a rigor diuturnamente avisa quem sou, de onde vim e com que cuidado extremo, cuidado de artesão marceneiro, devo tratar as pessoas que me vêm a julgamento disfarçados de autos processuais, tantos são os que nestes vêem apenas papel repetido. É uma plaina que faz lembrar, sobretudo, meus caros dias de menino, em que trabalhei com meu pai e tantos outros marceneiros como ele, derretendo cola coqueiro - que nem existe mais - num velho fogão a gravetos que nunca faltavam na oficina de marcenaria em que cresci; fogão cheiroso da queima da madeira e do pão com manteiga, ali tostado no paralelo da faina menina.


Desde esses dias, que você menino desafortunadamente não terá, eu hauri a certeza de que os marceneiros não são ricos não, de dinheiro ao menos. São os marceneiros nesta Terra até hoje, menino saiba, como aquele José, pai do menino Deus, que até o julgador singular deveria saber quem é.


O seu pai, menino, desses marceneiros era. Foi atropelado na volta a pé do trabalho, o que, nesses dias em que qualquer um é motorizado, já é sinal de pobreza bastante. E se tornava para descansar em casa posta no Conjunto Habitacional Monte Castelo, no castelo somente em nome habitava, sinal de pobreza exuberante.

Claro como a luz, igualmente, é o fato de que você, menino, no pedir pensão de apenas um salário mínimo, pede não mais que para comer. Logo, para quem quer e consegue ver nas aplainadas entrelinhas da sua vida, o que você nela tem de sobra, menino, é a fome não saciada dos pobres.


Por conseguinte um deles é, e não deixa de sê-lo, saiba mais uma vez, nem por estar contando com defensor particular. O ser filho de marceneiro me ensinou inclusive a não ver nesse detalhe um sinal de riqueza do cliente; antes e ao revés a nele divisar um gesto de pureza do causídico. Tantas, deveras, foram as causas pobres que patrocinei quando advogava, em troca quase sempre de nada, ou, em certa feita, como me lembro com a boca cheia d'água, de um prato de alvas balas de coco, verba honorária em riqueza jamais superada pelo lúdico e inesquecível prazer que me proporcionou.


Ademais, onde está escrito que pobre que se preza deve procurar somente os advogados dos pobres para defendê-lo? Quiçá no livro grosso dos preconceitos...
Enfim, menino, tudo isso é para dizer que você merece sim a gratuidade, em razão da pobreza que, no seu caso, grita a plenos pulmões para quem quer e consegue ouvir.


Fica este seu agravo de instrumento então provido; mantida fica, agora com ares de definitiva, a antecipação da tutela recursal.


É como marceneiro que voto.

JOSÉ LUIZ PALMA BISSON - Relator Sorteado”

A RAIVA FAZ MUITO MAL AO CORPO E A MENTE

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EVOLUÍDOS SENTEM RAIVA SÓ POR UM MINUTO (POR EMILCE SHRIVIDYA)


As escrituras do yoga dizem que uma pessoa evoluída conserva sua raiva por um minuto; uma pessoa comum conserva-a por meia hora e uma pessoa ainda não evoluída conserva sua raiva por um dia e uma noite. Mas uma pessoa cheia de mágoas lembra-se de sua raiva até morrer.
É humano sentir raiva, faz parte de nossa evolução, mas devemos esquecê-la rapidamente. Não devemos alimentá-la nos lembrando dela, nem remoendo acontecimentos passados, porque a raiva causa uma grande inquietude interior.

Somos as primeiras vítimas de nossa própria raiva. Ela nos queima por dentro, tirando nossa paz; obscurece nossos pensamentos, distorce nossas percepções.

A raiva acumulada, guardada um pouco aqui e ali, nos prejudica muito e nos afasta de Deus, de nossa verdadeira essência divina, de nossa bondade e compaixão. As pessoas pensam que alguém ou algo lhes provoca raiva, mas essa raiva já existe dentro delas, é criada e mantida por elas... Se você sente raiva, não pode culpar a ninguém a não ser você mesmo.

No grande poema épico indiano, Mahabharata é dito: Seis tipos de pessoas são tristes

- Aquelas que têm inveja dos outros
- Aquelas que odeiam os outros
- Aquelas que estão descontentes
- Aquelas que vivem da fortuna dos outros
- Aquelas que são desconfiadas
- Aquelas que têm raiva
.

Verdadeiramente, é a raiva que produz as outras cinco condições que causam a tristeza. E esta raiva assume muitas formas, muitas facetas como: aflição, ressentimento, contrariedade, mau humor, aspereza, animosidade, explosões de raiva, ira, rancor, crises de choro e soluço. Muitas vezes, as lágrimas não são sinais de fraqueza, mas a força da raiva.

A raiva envenena corpo e mente
Ataques de raiva e de mau humor produzem danos sérios nas células do cérebro, envenenam o sangue, causam insônia, depressão e pânico; suprimem a secreção dos sucos gástricos e da bílis nos canais digestivos, criando gastrites e úlceras, esgotam a energia e vitalidade, causam problemas cardíacos, provocam velhice prematura e encurtam a vida. Quando você se zanga sua mente fica perturbada e isto reflete em seu corpo que sente distúrbios. Todo o sistema nervoso se agita e você se enerva, perdendo a harmonia, a eficiência de agir, o vigor e o entusiasmo. A raiva é uma energia poderosa que precisa ser dissolvida para que você possa ser mais livre e saudável.

Colocar a raiva para fora apenas agrava esta emoção negativa e a faz crescer ainda mais. Se deixarmos isto sem controle, expressando nossa raiva cada vez mais, ela não vai se reduzir e sim aumentar, gerando mais dor e inquietude para nós.

Aprenda a lidar com a raiva

É necessário aprender a lidar com a raiva e nos livrar de seus efeitos negativos tanto físicos, mentais e espirituais.

Como o desejo está muito ligado à raiva, é importante quando sentimos raiva perguntar a nós mesmos o que queremos desta situação que não estamos conseguindo. Isto cria uma mudança em nosso foco. E em vez de ficarmos presos na raiva, nós a observamos. E logo depois, podemos perguntar a nós mesmos de que outra maneira podemos conseguir o que queremos. E podemos perceber que idéias alternativas surgem na mente e isto melhora nossa frustração e diminui a raiva.

Existem pessoas que gostam de ficar com raiva. Sentem satisfação, poder e liberdade quando têm explosões de raiva. Acham que até aliviam as tensões, mas depois se culpam e lutam para controlar isso. Ajudaria muito se elas entendessem que mesmo que possam sentir alívio no momento, isto não funciona. A raiva apenas escraviza, e é prejudicial tanto fisicamente, psicologicamente e espiritualmente.

Porém existem momentos que a raiva é incontrolável e nem temos tempo de nos fazer perguntas sobre o que queremos. Nesses momentos, não é possível sentir desapego, ficamos presos completamente. O que podemos fazer?

A melhor saída

A melhor saída é sair da situação, dar uma volta, se afastar do ambiente ou da pessoa, tomar um copo de água, respirar algumas vezes profundamente, lembrar-se de Deus, do mantra. Depois quando nos acalmarmos, podemos voltar e lidar com o assunto de uma maneira mais equilibrada, sem ofender e magoar os outros; sem nos desequilibrar. Quando falamos de uma maneira tranqüila sem raiva, o outro pode até nos entender e ouvir melhor, mas quando falamos com raiva só criamos mais conflitos e desarmonia.

Para se afastar no momento da discussão ou apenas ficar calado até se acalmar é necessário humildade. Quando estamos com muita raiva, queremos que a outra pessoa admita que está errada e isto é orgulho. Esse orgulho impede que nos acalmemos. Mas se você admitir que dissolver a raiva é mais importante do que provar que o outro está errado, você sente a humildade que lhe liberta da tirania da raiva.

Todos os inimigos internos alimentam uns aos outros e se estamos presos no orgulho é mais difícil lidar com a raiva. A humildade nos ajuda a testemunhar o que está acontecendo dentro de nós.

Em vez de guardamos raiva por horas, ou dias, podemos largá-la logo e evitar assim muitos momentos de sofrimento. Basta não alimentarmos essa raiva, não remoendo e lembrando acontecimentos passados. Se voltarmos nossa atenção para outras coisas e para o momento presente, ficamos livres da raiva e podemos ter momentos felizes.

A raiva acumulada desde a infância gera a depressão que tira a alegria de viver. Hoje em dia muitos médicos receitam remédios para depressão que podem até aliviar um pouco os sintomas, mas enquanto a pessoa não for à causa verdadeira da depressão, ela vai ficar sempre dependente e triste, pois depressão é uma doença da alma.

Como diz a Bhagavad Gita, uma escritura do Yoga:
Aquele que é capaz de suportar, aqui na terra, a agitação que resulta do desejo e da raiva, é disciplinado; ele é verdadeiramente um homem feliz. [5:23]

Cultive emoções positivas

Porém não podemos nos libertar da raiva simplesmente suprimindo-a. É necessário cultivar com constância os antídotos da raiva: a tolerância e a paciência. Perceba em sua vida os efeitos benéficos da tolerância e da paciência e perceba também os efeitos destrutivos e negativos da raiva, dos ressentimentos e mágoas. Esta contemplação e conscientização vai lhe motivar a desenvolver esses sentimentos de tolerância, paciência e aceitação além de fazer com que você tenha mais cuidado em não alimentar pensamentos de raiva.

Para ficarmos livres desse inimigo interno tão destrutivo que surge de uma mente insatisfeita e descontente, é essencial gerar o contentamento interior, a gratidão e o entusiasmo; cultivar a bondade, a benevolência e a compaixão. Isto vai produzindo serenidade mental que impede a raiva de se manifestar.

A prática regular da meditação nos ajuda muito a dissolver a raiva e transformá-la em paciência, aceitação, e o perdão surgirá espontaneamente. Com o perdão podemos abandonar os sentimentos negativos associados aos acontecimentos passados nos livrando das sensações de raiva e ressentimentos.
Baba Muktananda, em seu livro
- Encontrei a vida, nos conta que certa vez perguntaram à grande santa Rabita:

- Você alguma vez sente raiva?

- Sim - replicou ela, mas só quando me esqueço de Deus.

Contemple essas palavras e compreenda que ao lembrar-se de Deus, ao desenvolver virtudes divinas, não haverá espaço para a raiva em seu interior e assim, você poderá ser mais livre e feliz.

Fique em paz!

Referências bibliográficas:

Encontrei a Vida- Muktananda, Swami- Ed. Vozes.

Lama, Dali -A arte da Felicidade-Ed. Martins Fontes.

Meu Senhor ama um coração puro- Chidvilasananda, Swami- Ed. Siddha Yoga Dham Brasil

Emilce Shrividya é professora de Hatha Yoga

MORAL DA HISTÓRIA

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No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:
- Quantos rins nós temos?

- Quatro! Responde o aluno.

- Quatro? Replica o professor, arrogante, daqueles que sentem prazer em tripudiar sobre os erros dos alunos.

- Tragam um feixe de capim, pois temos um asno na sala. Ordena o professor a seu auxiliar.

- E para mim um cafezinho! replicou o aluno ao auxiliar do mestre.
O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era
Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), o 'Barão de Itararé'. Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:
- O senhor me perguntou quantos rins 'NÓS TEMOS'. 'NÓS' temos quatro: dois meus e dois seus. 'NÓS' é uma expressão usada para o plural.Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.

Moral da História:

A VIDA EXIGE MUITO MAIS COMPREENSÃO DO QUE CONHECIMENTO.
Às vezes as pessoas, por terem um pouco a mais de conhecimento ou acreditarem que o tem, se acham no direito de subestimar os outros.

PARA REFLETIR

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AONDE VAMOS PARAR

Recebi o email abaixo de um amigo e resolvi publicar para que possamos refletir sobre as novas gerações, principalmente aqueles que já são pais. Boa leitura e reflexão.


Uma análise da evolução da relação de conquista e do amor do homem para a mulher, através das músicas que marcaram época.
Não é saudosismo, mas vejam como os jovens tratavam seus amores.

É por isso que de vez em quando vemos uma mulher nova enroscada no pescoço de um quarentão, cinquentão...

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Década de 30:
Ele, de terno cinza e chapéu panamá, em frente à vila onde ela mora, canta:
"Tu és, divina e graciosa, estátua majestosa! Do amor por Deus esculturada.
És formada com o ardor da alma da mais linda flor,
de mais ativo olor, na vida é a preferida pelo beija-flor...."


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Década de 40:
Ele ajeita seu relógio Pateck Philip na algibeira,escreve para Rádio Nacional e,
manda oferecer a ela uma linda música:
"A deusa da minha rua, tem os olhos onde a lua,costuma se embriagar.

Nos seus olhos eu suponho, que o sol num dourado sonho, vai claridade buscar"

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Década de 50:
Ele pede ao cantor da boate que ofereça a ela a interpretação de uma bela bossa:
"Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça.
É ela a menina que vem e que passa, no doce balanço a caminho do mar. Moça do corpo dourado, do sol de Ipanema. O teu balançado é mais que um poema. É a coisa mais linda que eu já vi passar."

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Década de 60:
Ele aparece na casa dela com um compacto simples embaixo do braço,

ajeita a calça Lee e coloca na vitrola uma música papo firme:

"Nem mesmo o céu, nem as estrelas, nem mesmo o mar e o infinito não é maior que o meu amor, nem mais bonito. Me desespero a procurar alguma forma de lhe falar, como é grande o meu amor por você...."

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Década de 70:
Ele chega em seu fusca, com roda tala larga, sacode o cabelão,
abre porta pra mina entrar e bota uma melô jóia no toca-fitas:
"Foi assim, como ver o mar, a primeira vez que os meus olhos se viram no teu olhar....
Quando eu mergulhei no azul do mar, sabia que era amor e vinha pra ficar...."

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Década de 80:
Ele telefona pra ela e deixa rolar um:
"Fonte de mel, nos olhos de gueixa, Kabuki, máscara. Choque entre o azul e o cacho de acácias,
luz das acácias, você é mãe do sol. Linda...."

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Década de 90:
Ele liga pra ela e deixa gravada uma música na secretária eletrônica:
"Bem que se quis, depois de tudo ainda ser feliz. Mas já não há caminhos pra voltar.
E o que é que a vida fez da nossa vida? O que é que a gente não faz por amor?"

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Em 2001:
Ele captura na internet um batidão legal e manda pra ela, por e-mail:
"Tchutchuca! Vem aqui com o teu Tigrão. Vou te jogar na cama e te dar muita pressão!
Eu vou passar cerol na mão, vou sim, vou sim! Eu vou te cortar na mão! Vou sim, vou sim! Vou aparar pela rabiola! Vou sim, vou sim"!

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Em 2002:
Ele manda um e-mail oferecendo uma música:

"Só as cachorras! Hu Hu Hu Hu Hu! As preparadas! Hu Hu Hu Hu!

As poposudas! Hu Hu Hu Hu Hu!"

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Em 2003:
Ele oferece uma música no baile:
"Pocotó pocotó pocotó... minha éguinha pocotó!

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Em 2004:
Ele a chama p/ dançar no meio da pista:
“Ah! Que isso? Elas estão descontroladas! Ah! Que isso? Elas Estão descontroladas!
Ela sobe, ela desce, ela da uma rodada, elas estão descontroladas!"

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Em 2005:
Ele resolve mandar um convite para ela, através da rádio:
"Hoje é festa lá no meu apê, pode aparecer, vai rolar bunda lele!"

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Em 2006:
Ele a convida para curtir um baile ao som da música mais pedida e tocada no país:
"Tô ficando atoladinha, tô ficando atoladinha, tô ficando atoladinha!!!

Calma, calma foguetinha!!! Piriri Piriri Piriri, alguém ligou p/ mim!"

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Em 2010:
Ele encosta com seu carro com o porta-malas cheio de som e no máximo volume:
"Chapeuzinho pra onde você vai, diz aí menina que eu vou atrás.
Pra que você quer saber?

Eu sou o lobo mau, au, au
Eu sou o lobo mau, au, au

E o que você vai fazer?
Vou te comer, vou te comer, vou te comer,
Vou te comer, vou te comer, vou te comer,
Vou te comer, vou te comer, vou te comer"


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Onde foi que nós erramos?

Será que ainda é possível piorar?

SÓ FALTOU OS POLICIAIS ESTAREM DENTRO DAS CELAS

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"QUE PAÍS É ESSE"


Esta semana vimos nos noticiários uma carceragem onde os detentos é que "coordenavam". Quem pagava tinha conforto e segurança, passeava pelos corredores e pátio a qualquer hora, afinal as chaves ficavam com os próprios detentos.

Será que estamos com um sistema prisional tão avançado que não se faz mais necessário policiais vigiando os presos? Será que se chegou a busca tão sonhada da ressocialização do preso?

Não senhores, esta situação é só mais uma realidade do descaso com a coisa pública, da corrupção, e em alguns casos de uma certa impunidade.

Precisamos repensar o que somos e o que temos, e o que queremos para o amanhã. Este é só um reflexo do que torna mais frágil ainda nossas instituições públicas.

O QUE É O MEDO?

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O MEDO

O medo é inerente ao ser humano, pois ele nos ajuda a refletir, a fazer um sopesamento das situações. Sua importância não pode ultrapassar essa necessidade, não pode fazer com que esse medo seja inibidor de novas descobertas, que ele sirva como desculpas para a acomodação.

O medo deve servir para reflexões e não para piorar uma situação existente e que pode ser solucionada com atitudes.

O medo deve servir de alimento da alma, para buscarmos aquilo que queremos, que desejamos todos os dias e, pelas dificuldades nos acomodamos e muitas vezes deixamos passar muitas oportunidades.

O segredo é gostar do que se faz e querer sempre crescer por seus próprios méritos, é acreditar que a felicidade é possível.

O ideal é que se tenha um norte, um ponto aonde se quer chegar, é não ter medo do novo e encara-lo como uma nova possibilidade de crescimento e fazer o melhor.

Pensando assim, chegar aonde se quer, é uma questão de tempo.

TROQUE 01 DEPUTADO

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Recebi de um amigo e resolvi postar para que possamos refletir

TROQUE 01 PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES

EU APOIO ESTA TROCA

344 professores que ensinam = 1 parlamentar que rouba

Eu fico com vergonha até de dizer, mas meu salário é R$650,00. Isso mesmo! E olha que eu ganho mais que outros colegas de profissão que não possuem um curso superior como eu e recebem minguados R$440,00. Será que alguém acha que, com um salário assim, a rede de ensino poderá contar com professores competentes e dispostos a ensinar?

Não querendo generalizar, pois ainda existem bons professores lecionando, atualmente a regra é essa: O professor faz de conta que dá aula, o aluno faz de conta que aprende, o Governo faz de conta que paga e a escola aprova o aluno mal preparado. Incrível, mas é a pura verdade! Sinceramente, eu leciono porque sou um idealista e atualmente vejo a profissão como um trabalho social. Mas nessa semana, o soco que tomei na boca do estomago do meu idealismo foi duro!
Descobri que um parlamentar brasileiro custa para o país R$10,2 milhões por ano... São os parlamentares mais caros do mundo. O minuto trabalhado aqui custa ao contribuinte R$11.545.

Na Itália, são gastos com parlamentares R$3,9 milhões, na França, pouco mais de R$2,8 milhões, na Espanha, cada parlamentar custa por ano R$850 mil e na vizinha, Argentina, R$1,3 milhões.
Trocando em miúdos, um parlamentar custa ao país, por baixo, 688 professores com curso superior !
Diante dos fatos, gostaria muito, amigo, que você divulgasse minha campanha, na qual o lema será:

'TROQUE UM PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES'.

COMO VOCE VAI VOTAR DEPOIS DE LER ESTA MATÉRIA??

SEJA FELICIDADE

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A FELICIDADE


Algumas pessoas costumam dizer que a felicidade não existe, o que existe são momentos felizes. Bobagem, afinal, o que é a vida senão feita de pequenos momentos.


Felicidade é se satisfazer com as coisas mais simples, é fazer o que nos dá prazer, é está ao lado de quem se ama, é ser amado ...


Felicidade é está de bem consigo mesmo, é uma conquista por mais singela que seja, é poder sonhar e realizar ...


Felicidade é ficar contente com a conquista do outro, é ajudar na formação de alguém, é agradecer pelo pouco conquistado ...

Felicidade é .... jmagine a sua e seja feliz. Eu sou feliz, e você, está esperando o que?

FELICIDADE E PAZ PARA VOCÊ

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Nesse momento de Páscoa, de reafirmação de fé, de amor e carinho, descobri uma música, na verdade mais que isso, um poema que fala do amor do amor entre as pessoas, e, quero compartilhar esse momento com você. Jesus é o Rei dos Reis e pode tudo.

SE EU FOSSE ALGUM REI

Se eu fosse algum rei,
Fosse o teu Senhor
Eu proclamava a tua boca
Um reinado meu
O teu corpo nu, meu santuário
Se eu fosse algum rei,
Teu imperador
Eu ordenava teu coração a gostar do meu
Cada dia teu, meu calendário...
Inventava canções de rei,
Conquistava o teu amor,
Desobedeceria a lei,
Revelava quem eu sou
Te mostrava que só eu sei,
Onde tudo começou
Inventando canções de rei
Pra enfeitar o nosso amor

Max Viana

AMIZADE É AMIZADE ACIMA DE TUDO

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A AMIZADE
A internet tem muitas ferramentas que quando utilizadas de forma correta, dirigidas às boas e saudáveis práticas de convivência podem ajudar nas tarefas diárias, na agilidade para o cumprimento de uma tarefa e até mesmo para reencontrar bons amigos, que pelas intempéries da vida às vezes nos distanciamos.

Eu mesmo tenho essa experiência nos trabalhos acadêmicos, nas consultas bancárias e no reencontro de amigos. Para esses amigos, que podemos chamar de pessoas especiais uma mensagem.

PESSOAS ESPECIAIS
Durante a nossa vida
Passamos por muitos lugares
Vivemos momentos que não mais voltarão
E que deixaram na memória apenas as lembranças...
Encontramos pessoas as quais não lembraremos
E outras que jamais esqueceremos.
Talvez pelo seu simples olhar,
seu falar, seu sorriso...
Ou talvez pelo fato de terem cruzado o nosso caminho.
Outras por terem nos magoado, por nos fazerem sofrer...
Mas são as pessoas especiais para nós
Que nos fazem sentir aquela saudade...
Saudade das conversas, das brincadeiras, dos sorrisos,
Das lágrimas derramadas, do não falar...
E quero que saiba que entre as pessoas
Especiais que fazem parte da minha vida
Você é uma delas.

autora: Jeovana Freitas Soares
Várzea da Roça - BA

SARNEY E O MARANHÃO

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A PREOCUPAÇÃO DO SARNEY COM O MARANHÃO

Todos esses escândalos envolvendo o Senador José Sarney me fez lembrar um fato intressante e engraçado.
Quando Chico Anysio esteve aqui em Quixadá participando das filmagens de "O auto sa camisinha", ele recebeu uma homengem e durante sua fala de agradecimento ele crítico como sempre disse: "Dizem que o Sarney é muito preocupado com o Maranhão. Durante as enchentes deste ano, quando metade do Maranhão ficou debaixo d'água José Sarney pegou o telefone e ligou imediatamente para seu acessor querendo saber se a metade das terras coberta pelas águas era a dele."


É, cada povo tem o governo que merece.

PARECE MENTIRA, MAS NÃO É.

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"BANANA JÁ ESTÁ COMENDO MACACO"
Recebi este e-mail do professor Igor Fonseca e achei interessante postar para a nossa reflexão se até que ponto os valores estão sendo invertidos.


Juiz considera 'uma afronta ao Judiciário' ação que assaltante moveu contra comerciante dono de padaria, por ter levado surra ao tentar roubar estabelecimento em Belo Horizonte. Ingrid Furtado.
Uma ação em tramitação no Fórum Lafayette, em Belo Horizonte, leva às últimas conseqüências a máxima segundo a qual a Justiça é para todos - Todos mesmo.

O pedido de um assaltante, preso em flagrante e que decidiu processar a vítima por ter reagido durante o assalto, provocou surpresa até mesmo nos meios jurídicos e foi classificado como uma "aberração" pelo juiz Jayme Silvestre Corrêa Camargo, da 2ª Vara Criminal, que suspendeu a ação.

Não satisfeito, o advogado do ladrão, Dr. José Luiz Oliva Silveira Campos, anuncia que vai além da queixa-crime, apresentar por lesões corporais. Pretende processar, por danos morais, o comerciante assaltado.

O motivo: seu cliente teria sido humilhado durante o roubo. Pasmem!
Wanderson Rodrigues de Freitas, de 22 anos, se sentiu injustiçado e humilhado porque apanhou do dono da padaria que tentava assaltar.

O crime ocorreu no mês passado, na Avenida General Olímpio Mourão Filho, no Bairro Planalto, Região Norte de BH. Por Volta das 14h30 de uma terça-feira. Wanderson chegou ao estabelecimento e anunciou o assalto. Ele rendeu a funcionária, irmã do proprietário, que estava no caixa. Conseguiu roubar R$ 45,00.

No entanto, quando ia fugir, foi surpreendido pelo dono da padaria, um comerciante de 32 anos, que prefere ter a identidade preservada. "Estava chegando, quando vi minha irmã com as mãos para o alto. Já fui roubado mais de 10 vezes nos sete anos que tenho meu comércio. Quatro dias antes desse ladrão aparecer, tinha sido assaltado. Não pensei duas vezes e parti para cima dele. Caímos da escada e, quando outras pessoas perceberam o que estava acontecendo, todos começaram a bater nele também. Muitos reconheceram o ladrão como autor de outros assaltos da região", conta o comerciante.
Ele diz ainda que, para render a irmã, Wanderson escondeu um pedaço de Madeira debaixo da blusa, fingindo ter uma arma. "Pensei que fosse um revólver. Quando a vi com as mãos para o alto, arrisquei minha vida e a dela. Mas estava revoltado com tantos crimes e quis defender meu patrimônio. Trabalhei 20 anos para conseguir comprar esta padaria.
Nada foi fácil para mim e nunca precisei roubar para viver. Na confusão, chamamos a polícia e ele foi preso em flagrante por tentativa de assalto a mão armada", conta.
O comerciante acha absurda a atitude do advogado. "O que me deixa indignado é como um profissional aceita uma causas dessas sem pensar no bem ou no mal que pode causar a sociedade. Chega a ser ridículo", critica.
Quem parece compartilhar da opinião da vítima é o juiz Jayme Silvestre Corrêa Camargo.
Em sua decisão, ele considerou o fato de um assaltante apresentar uma queixa-crime, alegando ser vítima de lesão corporal, uma afronta ao Judiciário.

O magistrado rejeitou o procedimento, por considerar que o proprietário da padaria agiu em legítima defesa. Além disso, observou que não houve nenhum excesso por parte da vítima.
O magistrado avaliou que o homem teria apenas buscado garantir a integridade física de sua funcionária e, por extensão, seu próprio patrimônio. "Após longos anos no exercício da magistratura, talvez este seja o caso de maior aberração postulatória. A pretensão do indivíduo, criminoso confesso, apresenta-se como um indubitável deboche", afirmou o juiz.
Da decisão de primeira instância cabe recurso.
Com 31 anos de carreira, o advogado do assaltante, Dr. José Luiz Oliva Silveira Campos, está confiante no andamento do processo. Ele alega que o cliente sofreu lesão corporal e se sentiu insultado e rebaixado por ter levado uma sova. "A ninguém é dado o direito de fazer justiça com as próprias mãos. Wanderson levou uma surra. Ele foi humilhado e, por isso, além dos autos em andamento, vou processar o comerciante por danos morais", afirma.
Ele conta que há 31 dias Wanderson está atrás das grades, no Ceresp da Gameleira, pelo crime cometido no Bairro Planalto, em Belo Horizonte.
Além de justificar a ação, ele desfia um rosário de teorias. "Não vejo nada de ridículo nisso. Os envolvidos estouraram o nariz do meu cliente e ele só vai consertar com uma plástica. Em vez de bater nele, o dono da padaria poderia ter imobilizado Wanderson. Para que serve a polícia? Um erro não justifica o outro. Ele assaltou, sim. Mas não precisava ter sido surrado", afirma. O advogado acrescenta que sua tese é a de que Wanderson não estava armado, mas "apenas com um pedaço de Madeira de 20 centímetros".
O advogado também culpa o governo pelo assalto praticado pelo cliente. "O problema mora na segurança pública. Há câmeras do Olho Vivo pela cidade. Por que o poder público não coloca nas padarias também? Temos que correr atrás de nossos direitos e Wanderson está fazendo isso. Meu cliente precisa ser ressarcido", diz o advogado.
É gente... Tem Advogado e tem adevogado!!!
E você pensou que já tinha visto de tudo na vida, né?
COMENTÁRIO DO BLOG
Apesar de neste caso o ladrão ter se dado mal nunca se deve reagir a um assalto.

VEREDICTO POPULAR

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TRIBUNAL DO JURI

Há uns dias fui assistir a um Tribunal do Júri. Para esses tribunais vão os crimes dolosos contra a vida.

O caso era bastante conhecido na cidade assim como o réu, que se encontrava preso há algum tempo por outros crimes. Uma pessoa má, daqueles que não deixa dúvidas nem a quem o tivesse conhecendo pela primeira vez.

Na oportunidade comentei com um amigo, a maneira como o réu se portava, olhando nos olhos dos jurados, daqueles que tinham a coragem de olhar para ele, como se tivesse querendo intimida-los.

Réu confesso, sem excludente do crime, todos os indícios, todas as evidências apontavam para que ele fosse o culpado.

Quando da decisão do Júri Popular o réu foi absolvido por 7 a 0. Não estou aqui querendo dizer que se alguém vai ao Tribunal do Júri deva ser condenado, mas o que quero questionar é a localização dada aos jurados com relação ao réu.

Não seria mais prudente deixar os jurados de forma tal que o réu não pudesse vê-los ao ponto tentar intimidá-los, induzindo o voto dos jurados a seu favor. Uma sala com vidros escuros, onde o Júri observe toda a movimentação, mas não possa ser visto pelo réu poderia ser uma solução? Seria uma forma de proteger a legitimidade do voto bem como os jurados?

Esta facultada a palavra.

A MODERAÇÃO

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O QUE VOCÊ ESTÁ VENDO NA FIGURA?

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Você diz que é um sapo e eu juro que é um cavalo!
Lição: Este desenho nos ensina claramente que devemos sempre respeitar as outras opiniões. É necessário esperar e ouvir atentamente os outros porque eles também têm o seu ponto de vista.
Respeitar a opinião dos outros é olhar para a mesma verdade e saber que esta poderá ser vista de forma bem diferente por cada um. E assim, com toda certeza, deixar de cometer injustiça com as precipitações.
O charme do desenho e sua lição enigmática consiste no fato de que;
"Na história nada muda e mesmo assim, tudo é completamente diferente". (Aldous Huxley) "O que move uma pessoa não são os músculos, e sim a força do pensamento. Quando nada existe para ser feito, quando não existe chance de seguir em frente, simplesmente recue....isso é sábio!
C.A.M. RL

GANDHI

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LI NO BLOG DO AMIGO CRISTIANO E RESOLVI PUBLICAR PARA REFLEXÃO DOS NOSSOS LEITORES


UM SERMÃO DE GANDHI
"Ajuda-me a dizer a verdade diante dos fortese a não dizer mentiras para ganhar o aplauso dos fracos.Se me dás fortuna, não me tires a razão.Se me dás o sucesso, não me tires a humildade.Se me dás humildade, não me tires a dignidade.Ajuda-me a enxergar o outro lado da moeda.Não me deixes acusar o outro por traição aos demais, apenas por não pensar igual a mim.Ensina-me a amar aos outros como a mim mesmo.Não deixes que me torne orgulhoso se triunfo, nem cair em desespero se fracasso.Mas recorda-me que o fracasso é a experiência que precede ao triunfo.Ensina-me que perdoar é um sinal de grandeza e que a vingança é um sinal de baixeza.Se não me deres o êxito, da-me forças para aprender com o fracasso.Se eu ofender às pessoas, dá-me a coragem para desculpar-me,e se as pessoas me ofenderem, dá-me a grandeza de perdoá-las.Senhor, se eu me esquecer de ti, nunca te esqueças de mim.