DATAFOLHA E IBOPE CONFIRMAM ASCENSÃO DE DILMA E QUEDA DO TUCANO INDICADA PELO VOX POPULI. SÓ CNT/SENSUS RESISTE. ATÉ QUANDO?

0 comentários


INTERNAUTAS
Em todas as pesquisas da semana a candidata Dilma Roussef está liderando. Qundo o Vox Populi revelou o crescimento das intenções de voto da candidata do Partido dos Trabalhadores o presidente dos tucanalhas chamou o instituto de sem-vergonha. Serra criticou o IBOPE (leia-se Globope) e agora o que vão dizer sobre a pesquisa do Datafolha seu aliado assumido?
É evidente que a falácia, a hipocrisia, as calúnias e as manobras sujas da campanha da demotucanalha tiraram votos de Serra. Mas, a profanação da Basílica de Canindé(clique no link para ouvir o Padre de Canindé protestando contra a profanação da basílica e a distribuição de panfletos usando o nome da Igreja) também contribuiu para a derrocada. A popularidade de Lula foi um fator importante, mas segundoGilberto Dimenstein, um inteligente e amestrado jornalista da Folha de São Paulo, O maior eleitor de Dilma não é Lula e sim o recorde histórico de empregos em setembro.
Com certeza a simulação do "atentado" bolinha de papel ou rolo de fita adesiva (que vergonha Molina!), já desmascarado pelo
repórter do SBT, vai influenciar as próximas pesquisas. A impostura vai custar caro!!!
Em tempo: Ricardo Molina é aquele perito que quis inocentar Alexandre Nardoni da morte de sua filha Isabella Nardoni.
Vem mais baixaria ditada pelo desespero dos dewmotucanos que já se comprometeram com o capital internacional para novas privatizações conforme já denunciado em postagem anterior.
Nessa etapa final, todo o cuidado é pouco. Já chega de sustos. É hora de vigilância total 24 horas e de não aceitar qualquer tipo de provocação. O povo agora está interessado no horário eleitoral e nos debates. Essa questão é com os candidatos e coordenadores da campanha. Da nossa parte é hora de denunciar o embuste e a hipocrisia. É o que vamos continuar fazendo na esperança que o povo brasileiro dê sua contribuição para que jamais ocorra uma campanha tão sórdida e que a nação brasileira continue crescendo, fortalecendo a democracia e se impondo diante do mundo como altiva e independente. Veja a nova pesquisa do Datafolha. Para maiores esclarecimentos clique no link. Leia também o comentário de Josias de Souza(jornalista da Folha)

Saiu do forno mais um Datafolha. Revela que a vantagem de Dilma Rousseff sobre Serra ampliou-se para 12 pontos percentuais: em votos válidos, 56% a 44%.

Para entender melhor o que se passa, vale a pena traduzir percentual em votos: 12 pontos correspondem a cerca de 13 milhões de votos.

Como só há dois candidatos no páreo, cada ponto perdido por um engorda o cesto do outro. E vice-versa.

Assim, para manter vivo o sonho de chegar à cadeira de presidente, Serra teria de subtrair de Dilma pelo menos 6,5 milhões de votos.

Significa dizer que, a dez dias da eleição, o tucano precisaria tocar o coração de algo como 650 mil votos por dia. Impossível? Claro que não. Mas não parece fácil.

Há, de resto, outras duas variáveis com potencial para interferir na conta. Segundo o Datafolha, existem ainda na praça 6% de eleitores indecisos.

Outros 10%, embora pendam para um dos contendores, ainda admitem mudar de opinião até o dia da eleição.

O problema de Serra é que a irresolução dos indecisos também pode se resolver pelo voto em Dilma. Quanto aos potenciais vira-casacas, estão presentes dos dois lados.

Em matéria de análise de pesquisas, é sempre conveniente levar em conta uma máxima de Marco Maciel, ressuscitada dias atrás pelo repórter Elio Gaspari:

"As consequências vêm depois", costuma dizer o ex-vice presidente da República.

Gaspari recordou um diálogo que Maciel travou certa feita com um marqueteiro:

“Nosso candidato está em segundo lugar, em ascensão. O adversário lidera, mas está em queda”, disse o especialista.

E Maciel: “Na sua opinião a intersecção das duas linhas ocorrerá antes do dia da eleição?”

Para desassossego do tucanato, na fase atual, a adversária, além de liderar, voltou a ostentar trajetória de leve ascensão.

Segundo o Datafolha, estancou-se a sangria de votos que Dilma amargava desde o final de setembro.

Na última semana, a pupila de Lula oscilou dois pontos para o alto. Na conta dos votos válidos (sem brancos, nulos e indecisos), Dilma foi de 54% para 56%.

Em movimento inverso, Serra deslizou dois pontos para baixo: Tinha 46% e agora amealha 44%.

Aplicando-se a fórmula Maciel, para que “a intersecção das duas linhas” ocorra antes de 31 de outubro, Serra terá de se revelar um portento da sedução.

De novo: Impossível? Não, não. Absolutamente. Mas fácil também não é. Como Serra, Dilma não é propriamente um monumento à simpatia. Porém...

Porém, a candidata oficial tem do seu lado um cabo eleitoral cuja popularidade ora serve de alavanca ora de escudo.

Comentário de um internauta: bolinha de papel abre doze pontos na cabeça de Serra.

Nota do blog:
Prezado internauta: Clique nos links sugeridos para confirmar as informações aqui postadas. Por sugestão de um internauta, estamos aguardando a confirmação da carta de Pedro Bial de apoio à candidata Dilma Roussef . A Globo nega. Queremos uma manifestação de Pedro Bial.
Não criamos factoides. Não inventamos. Não aumentamos. Estamos a serviço da verdade desmascarando a impostura e a hipocrisia.

QUEM PAGOU A CONTA (das eleições de FHC). AS RELAÇÕES REVELADAS DE FHC E A CIA

0 comentários


INTERNAUTAS
CALA A BOCA FHC.

Estarreçam-se também. Leiam as denúncias impressionantes contra o sr. FHC. O investimento do capital estrangeiro na candidatura de FHC e sua generosa retribuição.

Tem um texto rolando pra todo lado na internet essa semana. Recebi mais de um email, e o vi em vários sites. Fala sobre o livro “Quem pagou a conta? A CIA na guerra fria da cultura“, da jornalista e historiadora inglesa Frances Stonor Saunders. O livro está sendo lançado lançado no Brasil pela Editora Record.

Não li o livro (Pierre leu um pedaço e disse que pareceu se tratar de uma “baboseira bisonha”). Por isso não posso falar quase nada sobre o assunto, embora tenha curiosidade. De toda forma, não custa reproduzir o texto extraído do port.pravda.ru, logo abaixo.

“Frances Stonor Saunders: Quem pagou a Conta? A CIA na guerra fria da cultura”

Extraído no seguinte link:

Mal chegou às livrarias, o livro recém-lançado – Quem pagou a conta? A CIA na guerra fria da cultura – já se transformou na ‘gazua’ que os adversários dos tucanos e neoliberais de todos os matizes mais desejavam. Em mensagens distribuída, neste domingo, pela internet, já é possível perceber o ambiente de enfrentamento que precede as eleições deste ano.

A obra da pesquisadora inglesa Frances Stonor Saunders (editada no Brasil pela Record, tradução de Vera Ribeiro), ao mesmo tempo em que pergunta, responde: quem “pagava a conta” era a CIA, a mesma fonte que financiou os US$ 145 mil iniciais para a tentativa de dominação cultural e ideológica do Brasil, assim como os milhões de dólares que os procederam, todos entregues pela Fundação Ford a Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do país no período de 1994 a 2002.

O comentário sobre o livro consta na coluna do jornalista Sebastião Nery, na edição deste sábado do diário carioca Tribuna da Imprensa. “Não dá para resumir em uma coluna de jornal um livro que é um terremoto. São 550 páginas documentadas, minuciosa e magistralmente escritas: “Consistente e fascinante” (The Washington Post). “Um livro que é uma martelada, e que estabelece em definitivo a verdade sobre as atividades da CIA” (Spectator). “Uma história crucial sobre as energias comprometedoras e sobre a manipulação de toda uma era muito recente” (The Times).

Dinheiro da CIA para FHC

“Numa noite de inverno do ano de 1969, nos escritórios da Fundação Ford, no Rio, Fernando Henrique teve uma conversa com Peter Bell, o representante da Fundação Ford no Brasil. Peter Bell se entusiasma e lhe oferece uma ajuda financeira de 145 mil dólares. Nasce o Cebrap”. Esta história, assim aparentemente inocente, era a ponta de um iceberg. Está contada na página 154 do livro “Fernando Henrique Cardoso, o Brasil do possível”, da jornalista francesa Brigitte Hersant Leoni (Editora Nova Fronteira, Rio, 1997, tradução de Dora Rocha). O “inverno do ano de 1969″ era fevereiro de 69.

Fundação Ford

Há menos de 60 dias, em 13 de dezembro, a ditadura havia lançado o AI-5 e jogado o País no máximo do terror do golpe de 64, desde o início financiado, comandado e sustentado pelos Estados Unidos. Centenas de novas cassações e suspensões de direitos políticos estavam sendo assinadas. As prisões, lotadas. Até Juscelino e Lacerda tinham sido presos. E Fernando Henrique recebia da poderosa e notória Fundação Ford uma primeira parcela de 145 mil dólares para fundar o Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento). O total do financiamento nunca foi revelado. Na Universidade de São Paulo, sabia-se e se dizia que o compromisso final dos americanos era de 800 mil a um milhão de dólares.

Agente da CIA

Os americanos não estavam jogando dinheiro pela janela. Fernando Henrique já tinha serviços prestados. Eles sabiam em quem estavam aplicando sua grana. Com o economista chileno Faletto, Fernando Henrique havia acabado de lançar o livro “Dependência e desenvolvimento na América Latina”, em que os dois defendiam a tese de que países em desenvolvimento ou mais atrasados poderiam desenvolver-se mantendo-se dependentes de outros países mais ricos. Como os Estados Unidos.

Montado na cobertura e no dinheiro dos gringos, Fernando Henrique logo se tornou uma “personalidade internacional” e passou a dar “aulas” e fazer “conferências” em universidades norte-americanas e européias. Era “um homem da Fundação Ford”. E o que era a Fundação Ford? Uma agente da CIA, um dos braços da CIA, o serviço secreto dos EUA.

Milhões de dólares

1 – “A Fundação Farfield era uma fundação da CIA… As fundações autênticas, como a Ford, a Rockfeller, a Carnegie, eram consideradas o tipo melhor e mais plausível de disfarce para os financiamentos… permitiu que a CIA financiasse um leque aparentemente ilimitado de programas secretos de ação que afetavam grupos de jovens, sindicatos de trabalhadores, universidades, editoras e outras instituições privadas” (pág. 153).

2 – “O uso de fundações filantrópicas era a maneira mais conveniente de transferir grandes somas para projetos da CIA, sem alertar para sua origem. Em meados da década de 50, a intromissão no campo das fundações foi maciça…” (pág. 152). “A CIA e a Fundação Ford, entre outras agências, haviam montado e financiado um aparelho de intelectuais escolhidos por sua postura correta na guerra fria” (pág. 443).

3 – “A liberdade cultural não foi barata. A CIA bombeou dezenas de milhões de dólares… Ela funcionava, na verdade, como o ministério da Cultura dos Estados Unidos… com a organização sistemática de uma rede de grupos ou amigos, que trabalhavam de mãos dadas com a CIA, para proporcionar o financiamento de seus programas secretos” (pág. 147). FHC facinho

4 – “Não conseguíamos gastar tudo. Lembro-me de ter encontrado o tesoureiro. Santo Deus, disse eu, como podemos gastar isso? Não havia limites, ninguém tinha que prestar contas. Era impressionante” (pág. 123).

5 – “Surgiu uma profusão de sucursais, não apenas na Europa (havia escritorios na Alemanha Ocidental, na Grã-Bretanha, na Suécia, na Dinamarca e na Islândia), mas também noutras regiões: no Japão, na Índia, na Argentina, no Chile, na Austrália, no Líbano, no México, no Peru, no Uruguai, na Colômbia, no Paquistão e no Brasil” (pág. 119).

6 – “A ajuda financeira teria de ser complementada por um programa concentrado de guerra cultural, numa das mais ambiciosas operações secretas da guerra fria: conquistar a intelectualidade ocidental para a proposta norte-americana” (pág. 45). Fernando Henrique foi facinho.

Nota do blog de Utilidade pública:

o livro QUEM PAGOU A CONTA está a venda nas Americanas. com pelo preço de R$ 59,90 em até em 11 x R$ 5,45.Compre. Vale a pena saber mais sobre o vilão fanfarrão que fala em nome do Brasil.

URGENTE: VEJAM O CINISMO DE FHC

1 comentários

INTERNAUTAS

NICAS E ESTARRECEDORAS ESTAS DECLARAÇÃO DA MÚMIA FHC

Leiam e meditem. Para conferir, cliquem no link ou pesquise com o título no google

. Aqui nada in

ventamos. Apenas repercutimos. E achamos esta matéria de extrema gravidade. Reage Nordeste. Reage Brasil. O vendilhão FHC deve ser levado de volta à tumba, à vala comum dos malfeitores da pátria.

FHC DIZ A AMERICANOS QUE DOMOU AÉCIO E NORDESTE NÃO VAI VENCER SÃO PAULO

Laerte Braga

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso deixou o Hotel das Cataratas em Foz do Iguaçu na manhã de segunda-feira por volta das oito horas. Junto com ele viajaram alguns dos 150 investidores estrangeiros que no sábado e domingo participaram de um evento organizado por um diretor do grupo GLOBO, para assegurar a venda de estatais brasileiras (BANCO DO BRASIL, PETROBRAS e ITAIPU), como compromisso de José FHC Serra.

Os demais investidores, em sua maioria, deixaram o hotel na terça após o café da manhã.A conversa oficial de FHC com os empresários ocorreu na noite de domingo em um jantar cercado de toda a segurança possível e fechado à imprensa.

Ato contínuo ao jantar o ex-presidente, em conversa informal com os investidores disse, entre outras coisas, que o “Aécio está domado. É só um menino que acha que pode ser presidente por ser neto de Tancredo. É neto, não é Tancredo”.

FHC procurou afastar os receios dos investidores em relação às pesquisas que indicam vitória maciça de Dilma Roussef no Nordeste. “Com o Aécio neutralizado o Nordeste não conseguirá derrotar São Paulo e Minas”. E acrescentou – “as coisas no Brasil hoje não se decidem em Brasília, nem no Nordeste, mas em São Paulo. Lá está a locomotiva, o resto da composição vem atrás sem poder contestar”.

Sobre os escândalos do governo José FHC Serra principalmente o último, envolvendo o engenheiro Paulo Preto, Fernando Henrique Cardoso disse que “essa figura é um arranjo do Aloísio (referia-se a Aloísio Nunes, senador eleito do PSDB paulista), mas já está controlado. Coisa do Aloísio e da filha do Serra, a imprensa não vai tratar disso por muito tempo, está sob nosso controle”.

Segundo FHC, “o Serra vai continuar mantendo essa postura nos debates, ele sabe fazer bem esse jogo, e na última semana a mídia vai aumentar o tom das denúncias contra Dilma. Temos o apoio de alguns bispos e o povo brasileiro é muito influenciável em se tratando de religião. O D. Luís está disposto a tudo, é nosso sem limites, é amigo íntimo do Alckmin. A descoberta da gráfica foi um golpe de sorte do PT, um vacilo da nossa segurança”.

O receio da influência de Tarso Genro no Rio Grande do Sul, foi eleito governador já no primeiro turno, também foi objeto de comentário do ex-presidente. “Vocês já notaram que quase não existe gaúcho negro? O eleitorado lá é branco em sua grande maioria e vai votar conosco”.

Marina da Silva, na opinião de FHC “está fadada a ser uma nova Heloísa Helena, vai acabar sendo vereadora. O encanto do primeiro turno terminou, foi ajudada pelos nossos para forçar o segundo turno”.

Para o ex-presidente a privatização de ITAIPU, BANCO DO BRASIL e PETROBRAS “deve ser tratada com calma e paciência, vamos ter que contornar algumas dificuldades com militares e é preciso ir amaciando esse pessoal com calma”

E sobre bases militares norte-americanas no Brasil. “É o assunto mais delicado. Um tema explosivo, mas temos alguns apoios nas forças armadas e vamos ter que negociar esse assunto com muito tato”.

Perguntado sobre as reações de sindicatos, centrais sindicais, da população em geral contra a entrega da PETROBRAS, o ex-presidente afirmou que à época que privatizou a VALE DO RIO DOCE enfrentou essas resistências “com polícia na rua e pronto”.“O brasileiro é passivo não vai lutar por muito tempo contra a força do governo”.

FHC falou ainda sobre a possibilidade de ressuscitar a idéia da ALCA – ALIANÇA DE LIVRE COMÉRCIO DAS AMÉRICAS – “com outro nome, esse ficou marcado negativamente”.

E assegurou aos investidores norte-americanos que os acordos para compra de submarinos nucleares franceses serão revistos e dificultados. “Não temos necessidade desses submarinos”. Sobre a compra de aviões para a FAB foi sarcástico – “para que? Meia dúzia de brigadeiros brincarem de guerra aérea?”

Para FHC “quando um brasileiro nasce já começa a sonhar com São Paulo. Não precisam se preocupar com o resto do Brasil, muito menos com Minas Gerais. Foi-se o tempo que os mineiros decidiam alguma coisa na política brasileira. São Paulo hoje é a capital real do Brasil”.

Fernando Henrique jactou-se que fosse ele o candidato e já teria liquidado a fatura a mais tempo. “Serra não e Fernando Henrique, costuma se perder em algumas coisas e não sabe absorver golpes, fica irado e acaba criando problemas desnecessários. Mas vou estar por trás e asseguro cada compromisso que assumi aqui.”

“Lula não tem coragem de debater comigo. É um analfabeto, não passa de um pobretão que virou presidente num golpe de sorte. Acabou o tempo dele. Não vai eleger Dilma e vai terminar seus dias no ostracismo”.Foi o arremate do acordo que selou a entrega do Brasil.

Breve nas telas, se José FHC Serra virar presidente, BRAZIL. Com “Z” assim e todos falando inglês.FHC vai ser nomeado supremo sacerdote do novo País.

Laerte Braga, é jornalista, de Minas Gerais, escreveu para diversos jornais e revistas do país.

APESAR DO PIG E DA COALISÃO DAS FORÇAS MAIS RET´ROGRADAS DESSE PAÍS, A CANDIDATA DILMA SOBE NAS PESQUISAS. ESTÁ NA FRENTE EM TODAS.

0 comentários



INTERNAUTAS
Vejam a nova pesquisa do Vox Populi que contradita as expectativas "otimistas" dos demotucanóides sedentos de poder para levar o país a uma nova era de atraso.

Vox Populi: Dilma tem 51%, Serra tem 39% e indecisos somam 4%

Em novo levantamento, petista sobe 3 pontos, tucano cai 1 ponto e indecisos recuam 2 pontos

Ricardo Galhardo, iG São Paulo | 19/10/2010 05:0

http://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoes/vox+populi+dilma+tem+51+serra+tem+39+e+indecisos+somam+4/n1237806131471.html

Pesquisa Vox Populi/iG divulgada nesta terça-feira mostra que a vantagem da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, em relação ao tucano José Serra aumentou para 12 pontos percentuais. Segundo o Vox Populi, Dilma tem 51% contra 39% de Serra. Na última pesquisa, realizada nos dias 10 e 11 de outubro, a vantagem era de 8 pontos (Dilma tinha 48% e Serra 40%). Os votos brancos e nulos permaneceram em 6% e os indecisos passaram de 6% para 4%.

Saiba mais

· Veja a evolução das pesquisas nesta eleição

· Compare o desempenho de Dilma e Serra no Twitter

Se forem considerados apenas os votos válidos (sem os brancos, nulos e indecisos) a vantagem subiu de 8 para 14 pontos. Dilma tinha 54% e passou para 57%. Serra caiu de 46% para 43%. A margem de erro da pesquisa é de 1,8 ponto percentual para mais ou para menos.

A candidata do PT tem o melhor desempenho na região Nordeste, onde ganha por 65% a 28%. Já Serra leva a melhor no Sul, onde tem 50% contra 41% da petista. No Sudeste, que concentra a maior parte dos eleitores, Dilma tem 47% contra 40% do tucano.

O Vox Populi ouviu 3 mil eleitores entre os dias 15 e 17 de outubro. Os resultados, portanto, não consideram o impacto do debate realizado pela Rede TV no último domingo, nem a entrevista concedida por Dilma ao Jornal Nacional ontem à noite. A pesquisa foi registrada junto ao Tribunal Superior Eleitoral com o número 36.193/10.

Recortes

Depois de toda a polêmica envolvendo temas religiosos como o aborto, Serra atingiu 44% entre os entrevistados que se declararam evangélicos. Dilma tem 42%. Entre os que se declararam ateus, Dilma vence por 49% a 36%.

Entre os católicos praticantes Dilma tem 54% contra 37% do tucano. No segmento dos católicos não praticantes a petista consegue seu melhor desempenho, 55% contra 37% de Serra.

A petista ganha em todas faixas etárias. Já no recorte que leva em conta a escolaridade dos pesquisados, Serra vence entre os que tem nível superior por 47% a 40% da petista. No eleitorado com até a 4ª série do ensino fundamental Dilma tem 55% contra 38% do tucano.

Serra também vai melhor entre o eleitorado com mais renda. Entre os que declararam ganhar mais de cinco salários mínimos, ele tem 44% contra 42% da petista. Dilma tem seu melhor desempenho entre os mais pobres, que ganham até um salário mínimo, 61% a 31%.

Embora seja mulher Dilma tem índices melhores entre os homens. Conforme o levantamento ela tem 54% contra 38% de Serra no eleitorado masculino e 48% contra 40% do tucano no eleitorado feminino.

No recorte que leva em consideração a cor da pela Dilma atinge 59% entre os entrevistados que se declararam negros contra 29% de Serra. Entre os brancos, a petista tem 45% contra 44% do tucano.

Segundo o Vox Populi, 89% dos entrevistados disseram estar decididos enquanto 9% admitiram que ainda podem mudar de ideia. Entre os eleitores de Dilma a consolidação do voto é maior, 93%. No eleitorado de Serra, 89% disseram que estão decididos.
CONTRA A MISTIFICAÇÃO, CONTRA A HIPOCRISIA. SEM SEM SAUDADES DO PASSADO, SEM QUERER FICAR DO LADO DE QUEM NÃO QUER NAVEGAR. ESSA É A NOSSA LUTA. ATÉ O FIM!!!

"Essa mulher de fibra, que já passou por tudo, não tem medo de nada. (Chico Buarque)

0 comentários



INTERNAUTAS
Leiam a matéria abaixo do site uol notícias. Confira usando o link do título das matérias As matérias foram repercutidas a partir de órgãos da mídia pró-demotucanos.A primeira do Folha on Line e a outra do Jornal o Estado de São Paulo, "O Estadão".

Daniel Milazzo
Especial para o UOL Eleições
No Rio de Janeiro

Dilma Rousseff (PT), candidata à presidência da República, participou na noite desta segunda-feira (18) de um encontro organizado com dezenas de artistas e intelectuais que manifestaram seu apoio à presidenciável petista, entre eles Oscar Niemeyer e Chico Buarque. A candidata evitou ataques diretos a seu adversário de campanha, José Serra (PSDB), mas não deixou de alfinetar a gestão Fernando Henrique Cardoso e o partido tucano.

“Nós recebemos o país de joelhos diante do Fundo Monetário Internacional [...] Nós não tínhamos dinheiro praticamente para nada. Porque tínhamos recebido também, misteriosamente, um país onde, depois de vender R$ 100 bilhões do patrimônio, a dívida tinha dobrado. O maior ‘milagre’ da gestão financeira dos tucanos”, ironizou Dilma.

A petista argumentou que pagar as dívidas junto ao Fundo Monetário Internacional (FMI) “foi condição para a altivez” do Brasil no cenário internacional e fator de garantia da soberania nacional. Para a ex-ministra da Casa Civil, o governo Lula quebrou o tabu de que crescimento não era possível com distribuição de renda.

“Nós não queremos ser os Estados Unidos da América do Sul, onde uma grande parte da população negra está na cadeia e uma parte da população branca pobre mora em trailer e não tem acesso às condições fundamentais de sobrevivência digna”, declarou a petista, antes de dizer que, para ser respeitado, o Brasil tem que zerar a própria miséria.

A presidenciável petista preferiu não tocar diretamente na polêmica do aborto, mas aproveitou para defender o caráter laico do Estado e cutucar o adversário. “Nós somos um país onde as mais diversas religiões [...] podem se encontrar na mesma escola e conviver. Tentar destilar o ódio religioso, a intolerância política ou qualquer preconceito não é característica de um país laico como o nosso. Nós não queremos um Estado apropriado por nenhuma crença, nenhuma religião”, pronunciou.

Nesta segunda-feira (18), o PT entrou com pedido junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que seja feita uma investigação sobre a autoria de panfletos que acusam Dilma de ser a favor do aborto e incentivam eleitores a votarem contra nela. Segundo o deputado federal José Eduardo Cardozo (PT), uma das sócias da gráfica onde o material foi produzido é filiada ao PSDB. Os tucanos negam envolvimento no caso.

Dilma elogia Marina

Dilma não comentou a posição de Marina Silva e do Partido Verde em manter-se neutro neste segundo turno das eleições presidenciais. A petista chegou a citar Marina após citar dados a respeito da redução do desmatamento na Amazônia e no cerrado. “Nós temos que ter orgulho de todas as políticas de meio ambiente implantadas no Brasil, inclusive pela ministra Marina, pelo ministro [Carlos] Minc”. Minc também estava presente no encontro.

A candidata petista aproveitou o assunto para abordar a questão do pré-sal. “O petróleo extraído do pré-sal não é para sujar nossa matriz, porque nós temos uma matriz limpa. O petróleo que nós extrairmos do pré-sal é para exportar, é para garantir que haja riqueza suficiente no Brasil”, afirmou a candidata, que emendou outra crítica ao partido de seu adversário no segundo turno.

“Manter o modelo anterior [de concessão] é privatizar o petróleo: botar o pré-sal, que é a maior riqueza de petróleo descoberta nos últimos anos, de ‘mão beijada’ para empresas privadas internacionais, é por isso que a bancada do PSDB votou contra o modelo de partilha”, afirmou Dilma, defendendo o modelo de partilha, segundo o qual caberia à União gerir e distribuir os dividendos da exploração do petróleo.

Semanas para entender aquele ‘você’

Logo no início de seu discurso, Dilma Rousseff recordou que escutou a música “Apesar de você”, de Chico Buarque, quando estava na prisão. “A gente não entendeu direito quem era ‘você’”, disse Dilma, arrancando risos da platéia e do próprio compositor. “Nós levamos alguns dias, algumas semanas, para perceber quem era esse ‘você’...”.

Em tempo. “Apesar de você amanhã há de ser outro dia” canta a letra de Chico, faz referência à ditadura militar que estava em vigor no Brasil

Intelectuais e artistas se unem em ato pró-Dilma

Intelectuais e artistas se unem em ato pró-Dilma

Oscar Niemeyer, Chico Buarque e várias personalidades viveram um clima de volta ao passado, como na campanha de Lula em 1989

18 de outubro de 2010 | 23h 57

Volta ao passado. Personalidades da música, da política, atores e intelectuais se encontraram no Teatro Casa Grande para dar apoio a candidata petista à Presidência da República como foi feito na campanha de Lula

RIO - Com a rara presença do cantor e compositor Chico Buarque de Hollanda, que só perdeu em aplausos para o arquiteto Oscar Niemeyer, mais de mil artistas, intelectuais e militantes reuniram-se ontem em um ato em apoio à candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, no Teatro Casa Grande, tradicional ponto de encontro e espetáculos da esquerda carioca, na zona sul do Rio. Os manifestantes entregaram à Dilma um documento com mais de 10 mil assinaturas, muitas delas de eleitores de Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), no primeiro turno.

Chico Buarque fez um rápido pronunciamento com elogios à Dilma e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Essa mulher de fibra, que já passou por tudo, não tem medo de nada. Vai herdar o senso de justiça social, um marco do governo Lula, um governo que não corteja os poderosos de sempre, não despreza os sem-terra, os professores, garis. Um governo que fala de igual para igual com todos, que não fala fino com Washington, nem fala grosso com a Bolívia e o Paraguai", disse Chico, muito aplaudido pela plateia. Antes de falar, Chico mostrou-se surpreso: "Pensei que fosse ficar apenas como papagaio de pirata do Boff", brincou.


A presença de Niemeyer, de 102 anos, que chegou em cadeira de rodas e ficou durante todo o ato público no palco, foi saudada, entre muitos outros, pelo teólogo Leonardo Boff: "Hoje pela manhã eu pedi um sinal a Deus. Se Oscar Niemeyer for ao encontro será um sinal infalível que a vitória está garantida", contou. Neste momento, o arquiteto foi ovacionado pela plateia que gritava seu nome. Boff, citou a solidariedade como uma marca do governo Lula que será mantida por Dilma Rousseff, se for eleita.

O teólogo também fez uma referência indireta à onda de informações sobre um suposto apoio de Dilma à legalização do aborto e rejeição à união civil de homossexuais. "Se com Lula a esperança venceu o medo, com Dilma a verdade vai vencer a mentira", afirmou Boff. Em referência ao candidato do PSDB José Serra, Boff afirmou que "o projeto que se articula com a privatização e com os negócios encurta a população brasileira e não podemos permitir que ele volte".

SERRA ESTAVA NO COMÍCIO DA CENTRAL DO BRASIL E DEPOIS FUGIU. NÃO ENFRENTOU OS HORRORES DA DITADURA. DILMA FICOU E RESISTIU. ESTA É A GRANDE DIFERENÇA!

0 comentários

INTERNAUTAS
Depois do comício da Central do Brasil onde esteve ao lado do presidente João Goulart e de lideranças políticas e sindicais, o ex-presidente da UNE fugiu do Brasil e foi para o exterior "salvar sua pele", de maneira confortável, sem se preocupar com a noite escura que se abatia sobre o país e com o destino de seus infelizes compatriotas. Bafejado pelos ventos da nova democracia alçou postos de relevância na república em função de eleições livres que ele pouco contribuiu para conquistar. Agora se associa com os mesmos grupos que deram suporte ao golpe militar de 64: a igreja conservadora (TFP), os demos, militares de pijama. Quer se apossar do poder a qualquer custo para vender o que sobrou das estatais ao capital internacional predador. Mas, como dizia Carlos Marighela parodiando a canção popular"quem samba fica, quem não samba vai embora". E Serra foi embora na hora mais difícil.
Hoje Serra trocou de palanque e está na manifestação retrógrada da Marcha da Família com Deus pela Liberdade que serviu de preparação para o Golpe Militar de 1964. Sem escrúpulos e sem princípios Serra paga qualquer preço para chegar ao poder, inclusive ser capacho de uma nova ditadura.
Leia agora a manifestação de Pedro Bial jornalista da Globo que corre o risco de perder o emprego por conta de sua declaração de voto.

OUTUBRO 14, 2010

Carta de Pedro Bial sobre Serra e Dilma

O Hino Nacional diz em alto e bom tom (ou som, como preferir) que “um filho seu não foge à luta”.
Tanto Serra como Dilma eram militantes estudantis, em 1964, quando os militares, teimosos e arrogantes, resolveram dar o mais besta dos golpes militares da desgraçada história brasileira.
Com alguns tanques nas ruas, muitas lideranças, covardes, medrosas e incapazes de compreender o momento histórico brasileiro, “colocaram o rabinho entre as pernas” e foram para o Chile, França, Canadá, Holanda. Viveram o status de exilado político durante longos 16 anos, em plena mordomia, inclusive com polpudos salários. Foi nas belas praias do Chile, que José Serra conheceu a sua esposa, Mônica Allende Serra, chilena.
Outras lideranças não fugiram da luta e obedeceram ao que está escrito em nosso Hino Nacional. Verdadeiros heróis, que pagaram com suas próprias vidas, sofreram prisões e torturas infindáveis, realizaram lutas corajosas para que, hoje, possamos viver em democracia plena, votar livremente, ter liberdade de imprensa. Nesse grupo está Dilma Rousseff. Uma lutadora, fiel guerreira da solidariedade e da democracia. Foi presa e torturada. Não matou ninguém, ao contrário do que informa vários e-mails clandestinos que circulam Brasil afora.
Não sou partidário nem filiado a partido político. Mas sou eleitor. Somente por estes fatos, José Serra fujão, e Dilma Rousseff guerreira, já me bastam para definir o voto na eleição presidencial de 2010. Detesto fujões, detesto covardes!

Pedro Bial, jornalista.

Nota do blog: nos dias que antecederam o primeiro turno o candidato demo-tucano teve o desplante de recitar versos do hino nacional brasileiro justamente aqueles que falavam "verás que um filho teu não foge a luta". Quanto cinismo!!!
Obs do blog: Aprenda mais sobre a história recente do Brasil clicando nos links que estão bem diferenciados nesta postagem.
O Torto também é História!!!

A IMPRENSA DO CEARÁ NÃO DIVULGA MAS ACONTECEU EM CANINDÉ

0 comentários


INTERNAUTAS

Até a proclamação dos resultados do primeiro turno alguns "comentaristas políticos" da imprensa do Ceará se mantiveram em silêncio ou divulgando suas opiniões com certa cautela. Com a definição do segundo turno e ante o "crescimento" eventual da candidatura da demotucanalha, alguns desses comentarias começam a sair da toca e mostrar suas caras. Basta ler os dois mais importantes jornais para constatar o óbvio. Além disso os grupos que os controlam só informam o que convém aos interesses dos tucanos. A matéria abaixo foi encontrada no blog do Josias um jornalista assumidamente tucano da Folha de São Paulo que, a estas alturas, está tendo de publicar certas informações para garantir sua sobrevivência após o resultado do segundo turno, seja qual for o candidato eleito. A Folha sempre agiu assim. Faz média dos dois lados. Leiamos a matéria sobre o mal estar causado por José Serra e seu arrogante apoiador Tasso Jereissati já banido da vida pública pelos eleitores cearenses.

Padre critica panfleto anti-Dilma em missa com Serra

Folha

Terminou em sururu uma missa à qual compareceu José Serra. Deu-se no município de Canindé, no Ceará. O padre rendia homenagens a São Francisco. Ao chegar, Serra como que roubou a cena do santo. O candidato chegou acompanhado de um séquito que incluía do tucano Tasso Jereissati a repórteres, fotógrafos e cinegrafistas.O lufalufa deixou incomodado o padre, cujo nome não foi divulgado. Ele se queixou do tumulto. Avisou:“A prioridade aqui é a palavra de Deus. Se você está aqui com outra intenção, assim como você entrou, pode sair”. Mais adiante, o padre abespinhou-se com os fieis. Alguns pareciam mais interessados em Serra do que na homilia: “Vocês não vieram aqui para ver os políticos. Vocês vieram aqui para ver quem? São Francisco”.

Na altura da comunhão, o padre voltou a chiar: “Estão atrapalhando com filmagens. Não é assim que se faz política, não...” “...Estão atrapalhando a celebração do começo ao fim. Lamentavelmente isso é uma profanação”. Reza daqui, cantarola dali, reclama d’acolá o padre resolveu rodar a batina. Manuseava um panfleto contendo mensagem anti-Dilma Rousseff. A peça dizia que Dilma é a favor do aborto e está ligada às Farc. Anotava mais: “Nunca na história desse país houve tanta corrupção”. E o padre: “Estão acusando a candidata do PT de várias coisas, [...] em nome da Igreja. Não é verdade! Isso não é jeito de se fazer política!. A Igreja não está autorizando isso.”

Ouviram-se aplausos. Tasso Jereissati crispou-se: “O senhor não pode fazer isso, disse o cardeal do tucanato cearense, marchando na direção do altar. Uma assessora e a mulher de Tasso, Renata Jereissati, fizeram as vezes de turma do deixa-disso. O padre bateu em retirada. Divididos, os fiéis gritavam os nomes de Serra e de Dilma. E quanto a Serra? Sentado estava, sentado permaneceu. Fazia cara de paisagem, como se diz. Tirou fotos com eleitores.

Na saída, Tasso praguejava o sacerdote: “O padre é petista. Tá ali com uma bandeira petista dentro da Igreja. São esses padres que têm causado problema na Igreja”. Do lado de fora, novo rififi. Simpatizantes do tucanato e militantes do petismo intercambiaram insultos e roçavam bandeiras. Serra teve atravessar metros de confusão para chegar à van que o levou a Fortaleza. Saiu sem dar entrevista. Antes da missa, num encontro com políticos tucanos e aliados, apresentou-se como vítima de “profissionais da mentira”. “Se não fosse a minha história, eu estaria abalado. Mas eu tenho uma mola. Quanto mais bate, mais eu cresço”.

Nota do blog: A nossa leitura é ampla. Usamos aqui informações de órgãos bem diversos da imprensa brasileira. E sempre citamos fontes e fornecemos links para a confirmação. Clique no título da matéria para ler a notícia na sua inteireza. Vamos continuar divulgando e denunciando a hipocrisia, a farsa e mistificação.

Clique no link Tasso e veja como o senador (quase ex-) tratou o padre de Canindé

A propósito e o o Paulo afrodescendente? Onde aplicou os quatro milhões arrecadados para a campanha da candidatura demo-tucana? Quem se habilita?

EM CASA DE ENFORCADO NÃO SE DEVE FALAR EM CORDA

0 comentários


INTERNAUTAS
A sequência de baixarias produzida pela central de maledicência da demotucanalha trouxe à tona o tema aborto. Foram muitos os ataques à candidata do PT. Mas, se vocês estão lembrados, quem falou em aborto pela primeira vez foi a esposa do candidato demotucano Mônica Serra. Leia abaixo:

publicado em 14/09/2010, às 19h59:

Mulher de José Serra faz
campanha no Rio e ataca Dilma

Com Indio da Costa, Mônica Serra disse que petista é a favor de "matar criancinhas"

vice na chapa encabeçada por seu marido, José Serra, anunciando a quem passasse.

- Sou a mulher do Serra e vim pedir seu voto. Na cidade que foi governada pelo candidato ao senado Lindbergh Farias, do PT, nos últimos cinco anos, a mulher de Serra partiu para o ataque à adversária do marido, a petista Dilma Rousseff.=

A um eleitor evangélico, que citava Jesus Cristo como o "único homem que prestou no mundo" e que declarou voto em Dilma, a professora afirmou que a petista é a favor do aborto. Mônica falou com o vendedor ambulante Edgar da Silva, de 73 anos.

- Ela é a favor de matar as criancinhas.

Nota do blog: Leia a matéria completa clicando no título da mesma.

Agora leia a matéria do jornal Folha de São Paulo:

Monica Serra contou ter feito aborto, diz ex-aluna

Reportagem tentou ouvir mulher de candidato tucano por dois dias, sem sucesso

MÔNICA BERGAMO
COLUNISTA DA FOLHA

O discurso do candidato à Presidência José Serra (PSDB) de que é contra o aborto por "valores cristãos", que impedem a interrupção da gravidez em quaisquer circunstâncias, é questionado por ex-alunas de sua mulher, Monica Serra.
Num evento no Rio, há um mês, a psicóloga teria dito a um evangélico, segundo a Agência Estado, que a candidata Dilma Rousseff (PT), que já defendeu a descriminalização do aborto, é a favor de "matar criancinhas".
Segundo relato feito à Folha por ex-alunas de Monica no curso de dança da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), a então professora lhes contou em uma aula, em 1992, que fez um aborto quando estava no exílio com o marido.
Depois do golpe militar no Brasil, Serra se mudou para o Chile, onde conheceu a mulher. Em 1973, com o golpe que levou Augusto Pinochet ao poder, o casal se mudou para os Estados Unidos.

OUTRO LADO
A Folha tentou falar com Monica Serra durante dois dias para comentar o relato das ex-alunas, sem sucesso.
Um dia depois do debate da TV Bandeirantes, no domingo, 10, a bailarina Sheila Canevacci Ribeiro, 37, postou uma mensagem em seu Facebook para "deixar a minha indignação pelo posicionamento escorregadio de José Serra" em relação ao tema.
Ela escreveu que Serra não respeitava "tantas mulheres, começando pela sua própria mulher. Sim, Monica Serra já fez um aborto". A mensagem foi replicada em outras páginas do site e em blogs.
"Com todo respeito que devo a essa minha professora, gostaria de revelar publicamente que muitas de nossas aulas foram regadas a discussões sobre o seu aborto traumático", escreveu Sheila no Facebook. "Devemos prender Monica Serra caso seu marido fosse [sic] eleito presidente?"
À Folha a bailarina diz que "confirma cem por cento" tudo o que escreveu. Sheila afirma que não é filiada a partido político. Diz ter votado em Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) no primeiro turno. No segundo, estará no Líbano, onde participará de performance de arte.
Se estivesse no Brasil, optaria por Dilma Rousseff (PT). Sheila é filha da socióloga Majô Ribeiro, que foi aluna de mestrado na USP de Eva Blay, suplente de Fernando Henrique Cardoso no Senado em 1993. Majô foi pesquisadora do Núcleo de Estudos da Mulher e Relações Sociais de Gênero da USP, fundado pela primeira-dama Ruth Cardoso (1930-2008).
Militante feminista, Majô foi candidata derrotada a vereadora e a vice-prefeita em Osasco pelo PSDB.
A socióloga disse à Folha estar "preocupada" com a filha, mas afirma que a criou para "ser uma mulher livre" e que ela "agiu como cidadã".
Sheila é casada com o antropólogo italiano Massimo Canevacci, que foi professor de antropologia cultural na Universidade La Sapienza, em Roma, e hoje dirige pesquisas no Brasil.
A Folha localizou uma colega de classe de Sheila pelo Facebook. Professora de dança em Brasília, ela concordou em falar sob a condição de anonimato.
Contou que, nas aulas, as alunas se sentavam em círculos, criando uma situação de intimidade. Enquanto fazia gestos de dança, Monica explicava como marcas e traumas da vida alteram movimentos do corpo e se refletem na vida cotidiana.
Segundo a ex-estudante, as pessoas compartilhavam suas histórias, algo comum em uma aula de psicologia.
Nesse contexto, afirmou, Monica compartilhou sua história com o grupo de alunas. Disse ter feito o aborto por causa da ditadura.
Ainda de acordo com a ex-aluna, Monica disse que o futuro dela e do marido, José Serra, era muito incerto.
Quando engravidou, teria relatado Monica à então aluna, o casal se viu numa situação muito vulnerável.
"Ela não confessou. Ela contou", diz Sheila Canevacci. "Não sou uma pessoa denunciando coisas. Mas [ela é] uma pessoa pública, que fala em público que é contra o aborto, é errado. Ela tem uma responsabilidade ética."


Colaboraram LIGIA MESQUITA e MARCUS PRETO , de São Paulo

Este blog não inventa, não aumenta, não calunia. Mas, denuncia a farsa e a hipocrisia. Diz o provérbio: "Não se deve falar de corda em casa de enforcado". Essa notícia não foi enviada em e-mails clandestinos. Foi publicada em um jornal tucano e tem assinatura. Clique nos links e confirme.

Daqui a pouco o candidato vai a TV chorar e dizer que é mais uma calúnia de Dilma Roussef. Acorda povo brasileiro. Vamos dizer não à farsa e à hipocrisia.