A QUEM INTERESSA VIOLAR SIGILOS DA RECEITA FEDERAL. POR QUE OS TUCANOS TÊM TANTO MEDO?


INTERNAUTAS
Garantindo o direito à informação, além das manifestações histéricas e iradas da Rede Globo, postamos aqui, na íntegra, o artigo de Paulo Henrique Amorim sobre o tema. Leiamos:

Amigo navegante telefona para levantar uma suspeita.

Pergunta ele: por que cargas d’água o Serra e o PiG (*) souberam que havia sido violado, em São Paulo, o sigilo da filha do Serra, ANTES de a Corregedoria informar, formalmente , à Receita, em Brasília ?

Por que cargas d’água só aparecem nomes de tucanos vítimas de violação, quando, na verdade, a Corregedoria da Receita, em São Paulo, investiga mais de 140 acessos a declarações ?
Por que, por incrível coincidência, o PiG (*) só sabe quando aparece um nome de tucano ?
Quando apareceu o nome da Ana Maria Braga, o PiG (*) recolheu a informação imediatamente, porque deve ter percebido que a Ana Maria Braga diluiria o foco: o negócio é provar que o Serra é a vítima e a Dilma, o algoz.
Quem será que tem esse acesso privilegiado à informação – muito seletiva – do que acontece na Corregedoria de São Paulo ?
Outra pergunta desse amigo navegante: por que o senador Francisco Dornelles, que foi secretário da Receita e tem ainda muitos amigos lá, por que o Dornelles só pede a cabeça do chefe da Receita em São Paulo e, não, a cabeça de Brasília ?
Por que só o de São Paulo ?
Estranho, muito estranho.
Quem tiver acesso privilegiado ao que a Corregedoria de São Paulo faz pode saber, online, cada passo de cada funcionário da Receita envolvido na investigação.
Pode até ter acesso a informações de contribuintes cujas declarações estejam sob análise, numa operação rotineira.
Longe deste ordinário blogueiro supor que quem denuncia o vazamento é o mesmo que vaza.
O vazador é quem vaza – isso é possível, amigo navegante ?
Sim, é possível, claro.
Vale tudo numa campanha eleitoral.
Ainda mais se um dos lados – o da vítima – passasse com um trator por cima da cabeça da mãe, segundo Ciro Gomes, se fosse necessário.
Necessário ?
O que é mais necessário do que ser eleito Presidente de uma Nação de 190 milhões de almas com 7 votos ?
Necessaríssimo !
Agora, amigo navegante, medite: quem pode, por acaso, ter acesso à intimidade das investigações da Corregedoria da Receita de São Paulo ?
Agora, amigo navegante, medite: será possível que algum dirigente do PSDB tenha acesso a essas informações e seja ele o vazador: ou seja, quem denunciasse o vazamento fosse o próprio vazador ?
Não, amigo navegante, não seja pessimista.
O Serra e o PiG (*) não ousariam tanto.

Paulo Henrique Amorim

O Partido da Imprensa Golpista (comumente abreviado para PIG) é uma expressão usada para se referir a órgãos de imprensa e jornalistas tidos como adeptos da direita política, que se utilizariam da chamada grande mídia como meio de propagar suas ideias e tentar desestabilizar governos de orientação política de esquerda.[1]

A expressão surgiu entre internautas brasileiros em 2007,[carece de fontes] mas foi popularizada pelo jornalista Paulo Henrique Amorim em seu blog Conversa Afiada. Amorim, quando utiliza o termo, escreve com um i minúsculo, em alusão ao portal iG, do qual foi demitido em 18 de março de 2008, no que descreve como um processo de "limpeza ideológica". De acordo com ele, até políticos teriam passado a fazer parte do PIG:

O partido deixou de ser um instrumento de golpe para se tornar o próprio golpe. Com o discurso de jornalismo objetivo, fazem o trabalho não de imprensa que omite; mas que mente, deforma e frauda.[2]
Paulo Henrique Amorim
A foto mostra o tucano raivoso brandido sua metralhadora contra todos. Devia ser chamado "zezinho metralha".

Continuem ligados no blog. Asseguramos o seu direito à informação.

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